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Política

Manato se declara armamentista e diz que vai investir em programas para acabar com a fome no ES

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O candidato ao governo do Espírito Santo pelo PL, Manato, disse nesta segunda-feira (12), durante uma entrevista ao ES1, algumas de suas pautas como a erradicação da fome e o armamento como medida de segurança pública.

“Eu sou armamentista sim. Agora, dentro da lei. Sem ser na lei, ‘tô’ fora”, afirmou Manato.

Manato, que já foi deputado federal e integrou a “bancada da bala”, afirmou que o país passa por uma queda no número de homicídios, reflexo da política armamentista do governo Bolsonaro.

O candidato disse que, se eleito, fará da segurança pública a prioridade do governo. Assim como fez na entrevista concedida ao G1 em 22 de agosto, Manato defendeu a criação de uma polícia para atuação nas divisas do estado, com foco no combate ao tráfico interestadual de drogas.

A proposta do candidato é instalar postos com scanners e cães farejadores nas vias de divisa do Espírito Santo. No entanto, Manato pontuou que o policiamento ao longo das rodovias, fora das áreas de divisa, seguirão a cargo da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

“Quem vai tomar conta da rodovia é a Polícia Rodoviária Federal. Quem vai controlar a entrada no estado, é nossa. Se precisar de um pedacinho de 10 metros, a gente faz um convênio com a PRF, que já existe no Brasil, e pode pegar pra olhar. Mas nós não vamos vigiar as estradas”, falou Manato.

Manato prometeu investir em programas de distribuição de renda e propôs complementar financeiramente programas municipais com este fim. O candidato disse que para cada R$ 1 dado pelas prefeituras em programas de distribuição de renda, o governo do estado dará mais R$ 1. O foco, segundo Manato, seriam as pessoas de baixa renda não contempladas pelo Auxílio Brasil.

“O nosso governo vai matar a fome das pessoas que estão na miséria”, declarou.

Sobre a origem dos recursos para viabilizar o projeto, Manato disse que vai recorrer ao Fundo Soberano do estado. Para as prefeituras que não tiverem condições de criar programas de distribuição de renda com recursos próprios, o candidato afirmou que o estado vai arcar com a totalidade do projeto.

O candidato prometeu fazer parcerias com igrejas e outras organizações da sociedade civil para promoção de projetos sociais. Ele citou iniciativas de recuperação de dependentes químicos como exemplo do que seria contemplado na proposta. A parceria seria a partir do uso de recursos públicos para auxílio das entidades nos programas.

COM INFORMAÇÕES DO G1 ES

Publicitário, acadêmico de Direito e redator do Portal de Notícias O Singular. Escrevo notícias de diversas categorias, como: Geral, Política, Fé e de utilidade pública.

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